São duas as lombrigas, o Ted e o Bod, parece a relação de duas animações maquineístas, o bom e o mal. Elas podem dar conselhos, mas como subordinadas as vontades do corpo. E o mesmo, quando cansa de sentir-se mal ativa os anticorpos para entrarem em ação e, aí, não há nada que possa salvá-las. Se resistirem demais, são vírus e o corpo precisará de um tempo para desenvolver as defesas necessárias até que se enrijeça, se fortaleça e livre-se dos males. Não o bastante, o corpo ainda precisará de um tempo para cuidar das feridas ocasionadas por esta relação entre as duas (os dois). Este processo é normal! O corpo aprende com os próprios obstáculos e amadurece, mesmo que, às vezes, possa deslizar devido algum descuidado na manutenção das suas atividades orgânicas. Quando todo este processo descrito desde o inicio do parágrafo está em ação, constata-se a formação de um estado, um breve momento de como o corpo se apresenta que desvendará as suas escolhas e pode-se justificar algumas atitudes estranhas dele. No final, quando as lombrigas já estão fora do corpo com os nomes estampados na cara, descubro o que realmente me fazia mal.
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