São Paulo, 06 de janeiro de 2006
Hoje acordamos cedo no CRUSP – Centro Residencial da USP, às 4h30min, seguimos até a estação do CEASA com destino ao CEAGESP. Chegamos às 6h e logo começamos a perguntar onde poderíamos conseguir uma carona para o litoral nordestino, que até então nada.
Passamos a procurar referências nas placas com destino apenas para o litoral, seja de onde for, e a proposta mais atraente era para o Rio de Janeiro amanhã ou Santos às 16h, o que é mais provável, já que ainda é hoje.
No café da manhã foram quatro salgados deliciosos por 1 real cada e além disso compramos 1,5 kg de uva por apenas 3 reais. Almoçamos prato feito com costela.
Agora, às 14h58min, estamos tomando cerveja e esperando a saída da carona. Decidimos por Santos.
Anexo:
- pensei pouco em amigos e outras pessoas próximas, talvez seja um sinal que estou me embriagando com toda essa aventura cansativa, porém única e existencialista.
- outro sinal é que não estou centrando as coisas em mim e sim abrindo ou ampliando o campo de visão para essa sociedade enigmática. As pessoas com quem eu e o Braian nos deparamos apresentam um vínculo histórico complexo e extenso.
- a sensação de liberdade desperta e cresce cada vez que um passo, por mais tortuoso que seja, é alcançado. Talvez essa sensação seja devido aos limites e barreiras separadas ou ampliadas, o que configura o estado da visão tão fechada e contraditória.
Hoje acordamos cedo no CRUSP – Centro Residencial da USP, às 4h30min, seguimos até a estação do CEASA com destino ao CEAGESP. Chegamos às 6h e logo começamos a perguntar onde poderíamos conseguir uma carona para o litoral nordestino, que até então nada.
Passamos a procurar referências nas placas com destino apenas para o litoral, seja de onde for, e a proposta mais atraente era para o Rio de Janeiro amanhã ou Santos às 16h, o que é mais provável, já que ainda é hoje.
No café da manhã foram quatro salgados deliciosos por 1 real cada e além disso compramos 1,5 kg de uva por apenas 3 reais. Almoçamos prato feito com costela.
Agora, às 14h58min, estamos tomando cerveja e esperando a saída da carona. Decidimos por Santos.
Anexo:
- pensei pouco em amigos e outras pessoas próximas, talvez seja um sinal que estou me embriagando com toda essa aventura cansativa, porém única e existencialista.
- outro sinal é que não estou centrando as coisas em mim e sim abrindo ou ampliando o campo de visão para essa sociedade enigmática. As pessoas com quem eu e o Braian nos deparamos apresentam um vínculo histórico complexo e extenso.
- a sensação de liberdade desperta e cresce cada vez que um passo, por mais tortuoso que seja, é alcançado. Talvez essa sensação seja devido aos limites e barreiras separadas ou ampliadas, o que configura o estado da visão tão fechada e contraditória.
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