De relance algumas imagens me contornam a mente, desenham uma beleza inextinguível, que me levam a memória suspiros e pulsações para cada cor, luz e som das coisas em suas posições fixas e rígidas pela casa. E então tudo se move. Eu já nem via mais por entre as paredes, tinha formado tetos e paredes, me persuadido de um mundo concreto sem dança, então o amor me encontrou em outra pessoa e nela já não havia superfície, agora tudo saia do seu lugar comum.
a dança da velha infância...
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