A diferença entre a realização em presença física (atual) e em presença virtual, no caso, está na qualidade da informação: uma repleta de informações enriquecedoras aos sentidos e a outra, apesar de ser uma grande ferramenta, limita-se ao esconde-esconde do drama - ação - que parece nunca se realizar.
A virtualização consiste na passagem do atual para o virtual, de acordo com Pierre Levy, não é uma desrealização, "mas uma mutação de identidade, um deslocamento do centro de gravidade ontológico do objecto considerado: em vez de se definir principalmente por sua actualidade ('uma solução'), a entidade passa a encontrar sua consistência essencial num corpo problemático" (LÉVY, 1996, p.17).
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