…, uma pessoa enrijecida, em cacos de vidro. Substancialmente sensato, afoito aos próprios desejos. Uma fonte de malandragem, enganado pela própria ingenuidade. Um poço de ego, sem orgulho e nem brio. Sensível e íntimo as relações, áspero diante do parapeito. Apegado ao carinho de amigos, na busca da sobriedade solitária. Focado no processo, utilizando-se de palavras como se fossem remédios. Observador almirante, apático as flores que nascem entre as paredes. Da serena lua que aconchega, a um moinho de Cartola.
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