O que caracteriza o nômade são as viagens feitas num barquinho de papel e o aconchego da noite em casas de papel. É um coração sem beira com sangue que corre pela veia, feito água que corre na encosta de uma calçada, passando amores, passando destinos, passando caminhos. E pra terra de sol, onde bate o coração sem olhos, que rumo o jovem barco.
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